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arteriolosclerose hialina

PatologiaCardiovascularRenalEndócrino

Resumo

A arteriolosclerose hialina é o espessamento das paredes das pequenas arteríolas por depósitos homogêneos rosados (hialinos), que estreitam a luz. Associações clássicas: hipertensão benigna/essencial e diabetes mellitus; no rim, produz nefrosclerose benigna e contribui para a nefropatia diabética.

Detalhes

A patogênese envolve extravasamento de proteínas plasmáticas através do endotélio lesado e aumento da síntese de matriz da membrana basal, depositando material 'hialino' eosinofílico e vítreo na íntima/média das arteríolas. É a lesão de pequenos vasos da hipertensão benigna de longa data e do diabetes (em que a glicosilação não enzimática das membranas basais a acelera), e é a marca da nefrosclerose benigna: os rins ficam pequenos, com superfície cortical finamente granular e atrofia isquêmica focal. No diabetes, a arteriolosclerose hialina acomete tanto as arteríolas aferentes quanto as eferentes (o acometimento da eferente aumenta a pressão intraglomerular e leva à glomerulosclerose diabética com nódulos de Kimmelstiel-Wilson). Contraste com a arteriolosclerose hiperplásica: proliferação concêntrica de músculo liso em 'casca de cebola', observada na hipertensão maligna, frequentemente com necrose fibrinoide.

Fontes

  • Robbins Basic Pathology 10th ed
  • First Aid for USMLE Step 1 2024
  • Pathoma

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